palavras, idiossincrasias, verbos
o imaginário de uma teuto-oriental tupiniquim

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Quarta-feira, Setembro 19, 2001

 
 

~09:56~

filosofia de botequim:

[enquanto o antivírus trabalha não posso trabalhar, então...]
vinho no piratininga ontem à noite na cia de nicolau.
bom. muito bom. pra levantar o astral.
de amnésia a platão
da realidade ao simulacro
passando por matrix
da guerra ao amor
discussões filosóficas.
[saudades das discussões filosóficas e inteligentes com o nicolau]

conclusões:
a vida é simples, a gente que complica
o amor é o mais importante. ter alguém é isso
o difícil mesmo é achar um companheiro. [nich anda romântico... strange...]
só os ignorantes são felizes

será que dá pra fazer um silogismo?
só os ignorantes são felizes por que eles levam uma vida simples, não ficam se aporrinhando para achar os ideias de amor e tais, casam tem filhos, trabalham e simplesmente vivem?

maybe...
mas em tempos de ameça de guerra a gente quer mesmo é ficar do lado daqueles que a gente gosta.
um post aí abaixo do teste de filme...
é bem isso:
In the end, finding the courage to love is more likely to give us a feeling of immortality because it makes us feel connected, and through that connection we will always live on in the people we have loved.

eu tive esta sensação quando meu amigo norton morreu este ano. ele morreu, mas as coisas que ele imprimiu na vida da gente vão continuar. os gestos, as atitudes que assimilei, que aprendi, admirei, não gostei. está tudo comigo. acho que as pessoas não passam em vão na vida da gente. podemos esquecer da pessoa, em si. não lembrá-la a todo tempo, toda hora. mas o que ela representou, o que ela imprimiu já está lá...

por kktanaka ~

 
 

 

 
 
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